Todo o silêncio que se borda. O frio da cama que vira montanha, pontas de gelo aparando livros. Entende que quando parei de correr, estava aqui? Relendo poemas, fazendo força, eu vou acreditar, vou. As pernas ainda servem. Do lixo, o resto; e eu disse que sairia desse alto mais uma vez, tateando um caminho que não esteja entupido de neblina.Os sonhos diagramados são inabaláveis, mas sussurram tanta indecência... Especulações com os dedos e pronto, lá está você, mortalmente ferida porque exposta. Recolhem-se os jorros antes desperdiçados, esteja quieta. Muito quieta ao almoçar, porque lá vem antibiótico e há que se ter algum tipo de amor.
02/2006
Arquivo do blog
-
▼
2007
(18)
-
▼
dezembro
(18)
- lembro daquilo de marcar a retina com um arco-íris...
- a solução é andar com uma música altíssima no ouvi...
- não há nada melhor que alcançar a linha do próprio...
- um susto, o descuido. olhos imensos para não crer....
- sentei, deitei, caí. não sei se de tropeço, de emp...
- À noite, rói com os olhos, ocioso, as jóias da fam...
- porque as pessoas continuam momentâneas. força gra...
- Achou-a tão displicente, que talvez tivesse ousado...
- E um dia se falaram. Trocaram aquelas impressões e...
- Tantos sinais de ordens nababescas disparados ao p...
- Um balão acima indica, obviamente, o ajuntamento d...
- Transitas em meu lado mutilado, visionário. Conjur...
- ela é uma bonequinha cheia de modorra, incrédula, ...
- Todo o silêncio que se borda. O frio da cama que v...
- é ainda considerado buscar um papel colorido, ser ...
- Perquirir o dedo doce, leite em pó, fogo, sabendo ...
- o dedo doce, uma bolinha moldada nas mãos. pensand...
- ... que tinha cheiro de infância: deu voltas pelo ...
-
▼
dezembro
(18)
