domingo, 2 de dezembro de 2007

o dedo doce, uma bolinha moldada nas mãos. pensando algo assim: se a bolinha se desmanchasse e fosse absorvida pra passear pela corrente, poderia se metamorfosear em doçura pura? e alcançar em cheio o coração, dizendo coisas que a ternura jamais poderia vislumbrar?os acordes deletérios rasgam, tinindo metais. impulsionam chispas que não têm tempo de serem codificadas: olhos arregalados numa incompreensão infinita.quem sabe um pote inteiro de açúcar.

09/2006