terça-feira, 20 de maio de 2008

meus gestos são vagos, porque tudo me é tão indiferente quanto urgente. enquanto o espero, finjo notar o tempo. erigir discursos e transitar incólume: minhas atividades mais diletantes.

gostaria que visse que sou uma fraude. que, além de vulgarmente estar no lugar errado, tenho sentimentos errados. não me fale de maniqueísmo. ainda agora posso me tocar como se esperasse. e não espero.

ontem à noite me esqueci e dormi sorrindo.

sábado, 3 de maio de 2008

no chão do Invisível, os pés se abrem. se tornam senhores quando, num impulso, alados.

e para trás: rasgos, espirais de decadência, borrões e elos perpétuos.