quinta-feira, 17 de julho de 2008

desceu as escadas em vigia, até notar que o andar não se conectava com seu processo (passado-presente-futuro). numa roupagem antiga, se percebeu minúsculo - e só. riu muito, porque as pequenas coisas necessitam cultivo (sentiu uma ternura; era o momento de se abraçar). por que continuar? sim, a vida seguia à frente de si, do material sem nobreza (a introjeção dos espasmos pragmáticos não enchem todas as almas). mas o vento é um prelúdio (a cura).

as cores tendem à luz quando se cai, pensou.

domingo, 13 de julho de 2008

consigo alcançar o caos em menos de 5 minutos. pretendia sentir até à exaustão, mas meus laços nunca foram leves.

domingo, 6 de julho de 2008

sei que é a hora da lentidão surda de mim. são dias mornos, de carícias de pé no chão-terra e luz sempre amarela. me lembro de algo que inventei. imagino que tudo vibra e fico tonta: exige muito pensar que é só amor.