sábado, 15 de março de 2008
se venho aqui é pela falta de chão, entende? em todo final de. ninguém sabe sobre o silêncio. não adianta ir a um mar nebuloso. uma beirada de sol. a mãos pequenas. à relevância do existir. veja bem, creio absurdamente no bálsamo, no cheiro de camomila que atrai borboletas. mas nunca em uma beleza maior: carrego a paz num confessionário de solidão.
às
09:05
